DESFILE DE 2016

35,10,0,50,1
25,600,60,0,3000,5000,25,800
90,150,1,50,12,30,50,1,70,12,1,50,1,1,1,5000
0,2,1,0,2,46,15,5,2,1,0,20,0,1
Ala Feijão da Vicentina
Ala 15 - Senhoras Africanas
Ala 15 - Senhoras Africanas
Ala Comunidade
Ala 21 - Múmia
Ala 21 - Múmia
Alegoria 3 - As Viagens de Gulliver
Alegoria 3 - As Viagens de Gulliver
Ala Comunidade
Ala 12 - Soldados das Viagens de Gulliver
Ala 12 - Soldados das Viagens de Gulliver
Alegoria 2 - Netuno ou Poseidon, o Deus dos Oceanos
Alegoria 2 - Netuno ou Poseidon, o Deus dos Oceanos
Alegoria 2 - Perigos do Mar
Alegoria 2 - Perigos do Mar
Alegoria 1 - Travessia do Mar Vermelho
Alegoria 1 - Travessia do Mar Vermelho

DESCRIÇÃO

 

 

1988 Bateria

 Bateria em 1988

 

Embora conte com o providencial auxílio do sistema de som, a bateria, com aproximadamente 250 a 300 ritmistas e vários auxiliares, precisa sustentar o desfile durante toda a extensão da avenida.

Atrás do "coração da escola", vêm o carro de som e os intérpretes. A própria direção do vento durante o desfile, que geralmente ocorre no sentido Catumbi-Presidente Vargas, pode atrapalhar a perfeita sincronia entre o carro de som e a bateria.

HISTÓRIA

 

2006NiloOGloboOnLine

Mestre Nilo (2006, O Globo)

Falar da bateria da Portela é lembrar de grandes mestres que escreveram a história do samba. Sua batida firme é reconhecida no Brasil e no exterior, o que a fez ganhar fama no mundo do samba como a "Tabajara do Samba".


Nas festas na casa do Sr. Napoleão, Sr. Vieira, D. Neném e Dona Esther, participantes dos cultos afro-brasileiros, em suas diversas linhas e nações, traziam seus instrumentos: violões, atabaques, cavaquinhos, tamborins, tamboretes, pandeiros e cuícas, que formavam o ritmo para o lundu, caxambu, jongo e samba. Desse período distante, a Portela formou o seu "regional", grupo que se apresentava com os instrumentos em festas e circos.