DESFILE DE 2016

35,10,0,50,1
25,600,60,0,3000,5000,25,800
90,150,1,50,12,30,50,1,70,12,1,50,1,1,1,5000
0,2,1,0,2,46,15,5,2,1,0,20,0,1
Ala Feijão da Vicentina
Ala 15 - Senhoras Africanas
Ala 15 - Senhoras Africanas
Ala Comunidade
Ala 21 - Múmia
Ala 21 - Múmia
Alegoria 3 - As Viagens de Gulliver
Alegoria 3 - As Viagens de Gulliver
Ala Comunidade
Ala 12 - Soldados das Viagens de Gulliver
Ala 12 - Soldados das Viagens de Gulliver
Alegoria 2 - Netuno ou Poseidon, o Deus dos Oceanos
Alegoria 2 - Netuno ou Poseidon, o Deus dos Oceanos
Alegoria 2 - Perigos do Mar
Alegoria 2 - Perigos do Mar
Alegoria 1 - Travessia do Mar Vermelho
Alegoria 1 - Travessia do Mar Vermelho

AS ATIVIDADES DO GRUPO

 

VG1970

Primeira formação da Velha Guarda em 1970

 

O Sr. José Vieira, presidente da Galeria da Velha Guarda, explica que, quando surgiu a Associação das Velhas Guardas, percebeu-se que havia a Velha Guarda da Portela, a Ala do Cabelo Branco, da Império Serrano, e a Galeria da Velha Guarda da Mangueira, ficando decidido que todas as velhas guardas iriam se chamar Galeria da Velha Guarda.

OS ENSINAMENTOS DO PROFESSOR

 

Paulo

Paulo Benjamim de Oliveira

 

Organização, eis a palavra que conduz a Galeria da Velha Guarda da Portela. Aqui os ensinamentos de Paulo da Portela permanecem vivos. A imagem do mestre está exposta próxima ao palco, servindo de inspiração para os rumos do grupo.

ANTIGA SEDE

 

Portelinha

Portelinha em 2015 (Foto: Marcello Sudoh)

 

Entrar na Portelinha é também desvendar os segredos da alma portelense. Seu portão azul se abre para a Estrada do Portela, diante de uma típica paisagem do subúrbio contemporâneo. Carros, ônibus e vans travam suas barulhentas batalhas diárias.

GRANDES NOMES DA PORTELA

 

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Wantuir (2015)

 

Nas primeiros desfiles, a Portela contava com as vozes de João da Gente, Alcides "Malandro Histórico", Paulo da Portela, Boaventura dos Santos e Cláudio Bernardo para guiar o coro das pastoras. Os membros da velha guarda que viveram aquela época lembram com carinho de cada um desses personagens da história portelense, e destacam a dificuldade que era improvisar o samba e manter a harmonia da escola ao mesmo tempo.